28/09/2019 0 comentários

FORMIGA

A origem do topônimo Formiga é explicada por três versões que são a base para diversos estudos sobre a história da cidade. Chegar a um censo comum sobre a origem da cidade torna-se uma tarefa difícil, pois não existem documentos que comprovem qualquer hipótese.

Por isso, este texto mostra o surgimento da cidade através das três versões, levando em consideração estudos de pesquisadores que ao longo dos séculos dedicam-se à pesquisa sobre Formiga.

A história de Formiga começa em 1675, com a bandeira de Diogo Castanho, mas foi em 1723 que Diogo Bueno adentrou na região para descobrir e povoar o Sertão do Rio Grande e Capivari. Infelizmente, nossa história se perde durante muitos anos, tendo em vista a falta de documentos que registrem o período, e pode ser a diferença histórica entre entradas e bandeiras.

Mister se faz, então, considerarmos a história a partir de meados do século XVIII, ou seja, a partir de 1737, com a abertura da picada de Goiás, partindo de São João Del Rey com destino à nascente do Rio São Francisco e às minas de Goiás, e não Pitangui como se chegou a acreditar.

Provavelmente no início do século XVIII, diz a história que Bartolomeu Bueno da Silva, o Anhanguera, ou Diabo Velho na língua indígena, “numa de suas históricas diligências descobriu os afortunados mananciais do Rio Vermelho, nascente do Araguaia. O ouro constituía preocupação do governo, de todo mundo”. Todas as atenções se voltam para Goiás, e todos queriam ouro, até que houve a proibição de novos caminhos, visando principalmente cobrar impostos para a coroa portuguesa.

A partir daí, inicia-se a história da região compreendida entre os Rios Grande e São Francisco, um marco diviso-histórico, na chamada Serra das Esperanças, delimitada, portanto a área dentro da Comarca do Rio das Mortes, ou São João D´el Rey, uma das três criadas em 6 de abril de 1714 (as outras duas foram as de Sabará ou Rio das Velhas e Vila Rica (Atualmente Ouro Preto).

Reza a lenda que a origem do nome deriva de um senso comum entre os tropeiros, os quais, durante o ciclo da cana-de-açúcar, carregavam seus imensos fardos de açúcar e pousavam quase sempre às margens do rio que hoje corta a cidade. Certa vez, um dos carregamentos foi atacado por correições de formigas e os tropeiros obtiveram enorme prejuízo. A partir de então, o local foi denominado de Rio das Formigas, para que os viajantes que ali pousavam tomassem precauções contra os possíveis ataques dos insetos.

A história da cidade de Formiga tem início em 1675, com a bandeira de Diogo Castanho, mas foi apenas em 1723, que Diogo Bueno chegou à região para descobrir e povoar o Sertão do Rio Grande e Capivari. Não é certo, mas é provável que no início do século XVIII, Bartolomeu Bueno da Silva, conhecido como “Diabo Velho”, na língua indígena, descobriu os afortunados mananciais do Rio Vermelho, nascente no Araguaia. O ouro era preocupação do governo de todo o mundo. Todas as atenções eram voltadas para Goiás, e todos queriam ouro, até que houve a proibição de novos caminhos, visando cobrar impostos para a coroa de Portugal.

Com isso, tem início a história da região que fica compreendida entre os Rio Grande e São Francisco. Hoje é conhecida por estar bastante próxima ao lago de Furnas, como ” O Portal para o Mar de Minas”, pois a represa atrai muitos turistas, principalmente no verão.

A cidade possui uma paisagem caracterizada pela diversidade de aspecto físico, dando destaque para a variada quantidade de terrenos planos e montanhosos, vales, cachoeiras e paredões rochosos, formando assim uma paisagem de muita beleza. Como possui muitas florestas, cerrados e capoeira, a sua natureza se torna algo muito distinto. Os seus solos são férteis e favorece o plantio e a agricultura.

O lago de Furnas, que é considerado como o Mar de Minas, ocupa parte do município e tem o volume equivalente a 2,6 bilhões de metros cúbicos. Quando venta com bastante força, ocorrem a formação de ondas, dando a impressão de ser um braço do mar. Hoje, o lago é uma grande fonte de turismo e se tornou responsável por vários clubes de ótima qualidade, fazendo assim com que o turista usufrua toda a generosidade que a a natureza reservou a esta região.

Esses aspectos, estão despertando cada vez mais interesse em quem está em busca de um turismo mais aventureiro ou de um passeio para descansar e curtir as belezas que a região apresenta. As atividades náuticas como pesca, natação, jet ski, trekking, Wind Surf estão sendo bastante praticadas.

Porém, além de belezas naturais, Formiga ainda possui grande fonte de cultura. A Igreja Matriz de São Vicente Férrer é uma das mais belas da região. Ela foi inaugurada em 1873 e foi reformada em 1992, sendo o seu interior bem é fascinante. A preservação é realizada por toda a população. Na praça, também se encontram belos conjuntos arquitetônicos, ficando ali resguardado o conjunto ecológico, os casarões, a primeira fonte luminosa da cidade, o espaço para eventos artísticos e culturais.

Os eventos culturais da cidade vêm ganhando bastante força, um dos principais se chama ” O Mutirão de Carros de Bois”. O evento reúne aproximadamente 52 carros de bois, que são confeccionados artesanalmente com madeira e ferro. Durante o evento, Formiga faz juz ao título que possui, de cidade hospitaleira e recebe pessoas de todo o país, que vem especialmente para prestigiar a festa.

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