25/09/2019 0 comentários

COLATINA

Morar em Colatina representa viver em uma cidade que oferece o conforto dos grandes centros do país, com a vantagem de não conviver com a violência. O bucolismo está presente no município. O ar interiorano é o principal charme. São comuns os passeios e as reuniões nas diversas praças da Princesinha do Norte. Uma delas, a Praça Sol Poente, é o principal centro de lazer e cultura, onde acontecem os mais variados eventos. Nesse local é realizado, nos finais de semana, uma feira de artesanato e de comidas típicas, conhecida como Projeto Coisa Nossa. Estrategicamente localizada no centro do Estado, a cidade registra a maior potencialidade econômica da região Norte. Situada no Vale do Rio Doce, está a 135 quilômetros de Vitória, capital do Espírito Santo. Por ela passa a estrada de ferro Vitória-Minas, a BR-259 e a ES-080 (Rodovia do Café).

Os índios Botocudos dominavam a extensa área de floresta do Rio Doce até São Mateus, no Norte do Estado, além de uma parte de Minas Gerais. Viviam em guerra com todos os seus vizinhos, inclusive com os da região de São Mateus, os Malalis, Cumanachos, Maconis, Machacalis, Panhames, Capuchos e Pataxós. Após três séculos da primeira entrada no Rio Doce, ocorrida por volta de 1572, sob a chefia de Sebastião Fernandes Tourinho, rumo a Minas Gerais, ainda os Botocudos dominavam a região. Eles começaram a desaparecer a partir de 1921, com o rápido desenvolvimento de Colatina e a sua emancipação política do município de Linhares, ao qual pertencia, e a onda de povoamento da Região Norte, a partir da construção da Ponte Florentino Avidos, em 1928.

O “Ninho das Garças Insetívoras” é um dos dois mais importantes santuários ecológicos de Colatina e fica na localidade de São Sebastião do Norte, na margem esquerda do Rio Doce, na rodovia que liga Colatina ao município de Marilândia, no km 6, no Sítio Porto das Barcas, de propriedade da família Valente. Lá elas dormem e se reproduzem. A garça é uma ave pernalta branca aquática, da família dos ardeídeos, de patas, pescoço e bico longo e delgado. As de porte maior se alimentam de peixes e as menores, de insetos. As garças de Colatina são em maioria das espécies boiadeira e pescadora. As boiadeiras são pequenas e exercem função de inseticida, por isso são também denominadas insetívoras, carrapaticidas. Alimentam de pequenos insetos como carrapatos, grilos, lagartas, formigas, baratas, ratos e até cobras. Limpam campos na agricultura e na pecuária em um raio de 80 km, na região às margens do Rio Doce. Quem passa pela rodovia pode parar para apreciar a chegada delas ao entardecer no ninho do passeio onde passam o dia, proporcionando um bonito espetáculo com o reflexo do sol.

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