09/09/2019 0 comentários

ILHÉUS

As praias de Ilhéus, cidade que inspirou Jorge Amado, ficam cheias durante o verão. Os arredores podem ser explorados de barco por via fluvial ou pelas trilhas abertas na mata. Ali, fazendas de cacau abertas a visitas são outro atrativo. A preservação da Mata Atlântica na região tornou possível a implantação de parques, com monitoração educativa, importantes para difundir o respeito pelo meio ambiente, principalmente junto àqueles que não se interessam pelo assunto e acham que os recursos naturais nunca irão se esgotar.

Ilhéus é um dos destinos mais procurados na Bahia, tanto em razão de seus 100 km de praias como por sua importância cultural. Mundialmente conhecida por meio de obras de Jorge Amado, como Terras do Sem Fim, Cacau, São Jorge de Ilhéus e Gabriela Cravo e Canela, recebe visitantes de todas as regiões brasileiras e do exterior.

O ambiente urbano de Ilhéus remete aos textos dos romances de Amado; na praça principal está o Bar Vesúvio e, muito perto, o Bataclan, cabaré frequentado pelos abastados da cidade nos tempos em que o cacau era conhecido como “ouro negro”. Durante o dia, é possível curtir as praias e, à noite, o agito nos bares e restaurantes com música ao vivo. Os principais edifícios da cidade são do início do século XX, à exceção da Igreja Matriz de São Jorge dos Ilhéus, construída em 1556. O movimento começa a aumentar a partir do mês de novembro, com a chegada dos navios de cruzeiros que param em Ilhéus no verão. Durante o ano há torneios de pesca, feiras de moda e competições esportivas.

Ilhéus já foi o maior exportador de cacau do mundo. As mudas de cacaueiros plantadas em Ilhéus foram trazidas da Amazônia por volta de 1890. Com a descoberta do seu valor comercial, as plantações multiplicaram-se e cobriram toda a região.

No início do século XX, a riqueza gerada por essa monocultura deu origem a uma época de esplendor e luxo. Os “coronéis do cacau” não apenas erguiam seus palacetes na cidade mas financiavam obras públicas que evidenciassem sua prosperidade. É o caso do Teatro Municipal, da Igreja de São Sebastião e do porto destinado a facilitar o escoamento do cacau.

Hoje, a economia de Ilhéus se baseia no turismo, na indústria e na agricultura, que está usando tecnologia para recuperar os cacaueiros através da clonagem das plantas resistentes à “vassoura de bruxa”. Acredite quem quiser, Ilhéus é responsável por 20% da produção de componentes para computadores do país. Dentre seus distritos, o de Olivença oferece melhor infra-estrutura turística.

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