05/09/2019 0 comentários

CORURIPE

Os índios Caetés foram seus primeiros habitantes. O local também sofreu influências culturais dos portugueses, franceses e holandeses.
O rio Coruripe, chamado Cururuji pelos Caetés, originou o nome do município.
Nascida a povoação de Coruripe em consequência da elevação de uma capela, e localizada num vale muito próspero, começou a ter desenvolvimento maior do que o da vila de Poxim, a que estava subordinada. Coruripe começou a se desenvolver e prosperar em meados do século XIX.

A vila de Coruripe foi criada pela Lei nº 484 de 23 de julho de 1866, para o qual passou a sede do município, com a denominação de Coruripe.
Foi desmembrado do seu município apenas o povoado de Poxim, porém, em 1891, foi novamente anexado a Coruripe pela resolução nº 393 de 31 de maio de 1904 e partilhado, também, entre os município de São Miguel dos Campos e Junqueiro.

Com o tempo, a cidade de Coruripe foi empobrecida culturalmente graças à perda de seus monumentos, a exemplo do coreto da praça central e do teatro municipal. A igreja de São José do Poxim é um desses marcos, com sua frágil decoração em madeira.
A origem desta obra de arte remonta à segunda metade do século XVIII, segundo uma data registrada em um lavabo na sacristia que diz 1762.
Existem, porém, dúvidas sobre esta data: sendo assim, esta passaria a corresponder (não com certeza) ao ano de 1717, pois, no seguinte ano, 1718, seria proclamada sede da paróquia, segundo consta no livro de tombo, pelo bispo de Olinda.

Nesta igreja, repousam relíquias do povoado tanto religiosas como históricas já que, desde 2006, passou a funcionar um pequeno museu em seu primeiro andar. Entre outras relíquias, podemos citar uma pesada cruz de madeira de origem desconhecida que se encontra na sacristia; a lendária imagem de São José do Poxim; e, segundo uma lenda, um túnel secreto.

A igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição de Coruripe é um dos cartões-postais da cidade.
Antes de ser o que é hoje, foi, em primeiro lugar, uma pequena capela rústica.
Graças a um incêndio, o antigo monumento foi destruído, dando lugar em 1887 à atual igreja. Este templo religioso possui um estilo eclético rico em detalhes onde se destacam algumas partes montáveis de madeira.

Além disso, pode-se destacar algumas imagens históricas, como as de São Sebastião, São José, Santo Antônio, Nosso Senhor Glorioso e a da Padroeira, entre outras, e os falecidos que aí repousam de maneira histórica nas paredes da sacristia.

Este monumento perdeu, porém, boa parte de sua originalidade devido à ação do tempo em seu piso e forro originais e nas grades do altar. Conserva, porém, sua rica essência, destacada nos seus altares, coro e púlpito.

O farol do Pontal é um dos símbolos de Coruripe. Está presente no logotipo da prefeitura, no brasão do time de futebol e, desde 2006, no brasão da cidade. Foi construído em 1948 e pertence a um centro de sinalização náutica.

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